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17/03 - Região inicia ano com saldo positivo de empregos « voltar


Data: 17/03/2017
Local:


 


 

Os 18 municípios da Amurel tiveram, somados, um saldo de 1.101 admissões a mais que demissões nos dois primeiros meses de 2017. Apenas em Tubarão, 603 novas vagas foram geradas. Os dados foram divulgados ontem pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). 

Apenas quatro cidades da região tiveram mais demissões que admissões nesses dois primeiros meses de 2017: Imaruí (-1), Jaguaruna (-20), Pedras Grandes (-8) e Rio Fortuna (-8). As outras 14 cidades da Amurel geraram empregos. 

Tubarão foi a cidade que teve melhor desempenho no período. Comparando com o primeiro bimestre do ano passado, porém, a geração de empregos na Cidade Azul teve uma queda de quase 100%, pois naquele ano 469 empregos foram gerados, e 237 no período deste ano. 

Em Braço do Norte, 165 admissões a mais que demissões foram contabilizadas no primeiro bimestre de 2017, seguida de Imbituba (72), Sangão (71), Gravatal (63) e Laguna (60). 

Em janeiro, Tubarão já tinha apresentado um saldo positivo, com 358 contratações a mais que dispensas, um crescimento de 198,33% em relação ao primeiro mês de 2016, quando 120 empregos foram gerados na Cidade Azul. 

Na Cidade Juliana, o saldo de janeiro de 2017 foi de 39 demissões a mais que contratações, e Imbituba, que vinha acumulando dados negativos nos últimos meses de 2016, teve melhora, com 58 contratações a mais que dispensas.


Santa Catarina

O Estado teve o segundo melhor desempenho do Brasil na geração de empregos em fevereiro, contabilizando um saldo positivo de 14.858 vagas. SC ficou atrás apenas de São Paulo, que apresentou 25.412 admissões a mais que demissões. O segundo mês do ano teve o primeiro resultado positivo na relação entre admissões e demissões em todo o Brasil desde abril de 2015. Em Santa Catarina, este foi o melhor resultado desde fevereiro de 2014, quando o saldo foi de 27.891 vagas.

Entre os setores, se destacam a indústria (10.859), a administração pública (1.829) e a agropecuária (1.294). O comércio foi o único que teve variação negativa, com um saldo de -1.759 vagas.


No Brasil, retomada de empregos

Depois de meses anunciando os resultados sobre geração de empregos, sempre negativos, apenas no site do MTE e sem nenhum pronunciamento, o presidente Michel Temer aproveitou os dados finalmente positivos de fevereiro e fez pronunciamento sobre as estatísticas de emprego no país, ontem.

Pessoalmente, ele anunciou que, após 22 meses de queda, o país voltou a gerar empregos. No segundo mês do ano, foram criados 35.612 empregos formais no país. O presidente disse também que pode “garantir” que a inflação fechará este ano abaixo do centro da meta de 4,5% ao ano.

Na distribuição por setores, os serviços foram responsáveis pela geração de 50.613 empregos com carteira assinada em fevereiro, seguidos pela administração pública (8.280), pela agropecuária (6.201) e pela indústria de transformação (3.949). Os serviços industriais de utilidade pública – que incluem estatais de água e de energia – geraram 1.108 postos de trabalho no mês passado. Os setores que mais demitiram do que contrataram foram o comércio (-21.194), a construção civil (-12.857) e a indústria extrativa mineral (-488).

DS

Na comparação por regiões, o Sul puxou a criação de empregos em fevereiro, com 35.422 novos postos de trabalho, seguido pelo Sudeste (24.188) e pelo Centro-Oeste (15.740). Somente o Nordeste (-37.088) e o Norte (-2.730) registraram perdas.

Segundo o coordenador do Ministério do Trabalho, o desempenho do Sudeste foi puxado pela recuperação da indústria em São Paulo e Minas Gerais. No Sul e no Centro-Oeste, ele atribuiu a criação de empregos à agricultura e à indústria. A redução do emprego no Nordeste, explicou, é sazonal e deve-se ao fim do ciclo da colheita da cana-de-açúcar.