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Estacionamento rotativo fica para 2018 « voltar


Data: 22/08/2017
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Buscar uma sugestão de modelo temporário para o estacionamento rotativo foi o desafio proposto para a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Tubarão, em reunião realizada ontem para debater o tema. No encontro, o secretário de Planejamento  da Cidade, Alexandre Moraes, admitiu que é muito difícil que o estacionamento volte a funcionar este ano em Tubarão.

Alexandre apontou que o edital elaborado pelo município para uma possível concessão do rotativo retornou da análise do Tribunal de Contas do Estado (TCE) com uma série de exigências em termos de documentação. 

“Sou muito honesto em dizer que a prefeitura não consegue elaborar toda a documentação exigida, com o atual corpo técnico que temos disponível. Logo, a forma mais simples que encontramos de resolver essa questão, que sabemos que é prioritária para a cidade, é contratar uma empresa que tenha expertise no assunto, especializada em documentação para concessões, para elaborar todos os estudos, projetos e outros documentos solicitados”, apontou o secretário. 

A contratação dessa empresa deve ser feita por carta/convite e o custo, conforme pesquisas realizadas pela prefeitura, deve ficar entre R$ 30 mil e R$ 40 mil reais. O TCE solicitou mais de 40 documentos, entre projetos, estudos e outros. 

Com a contratação da empresa, que já tomaria pelo menos alguns dias, esta levaria em torno de 60 dias para elaborar toda a documentação, que então seria enviada novamente para a análise do TCE. 

“Penso que é muito difícil que consigamos estar com a concessão pronta e funcionando até dezembro. Ou seja, a licitação ficaria para 2018”, revelou Alexandre.

Possibilidades

O presidente da CDL, Luciano Menezes, apontou a preocupação dos lojistas em passar mais um Natal, principal data de vendas do comércio, sem o mecanismo considerado fundamental para proporcionar uma viabilidade maior do tráfego no Centro da cidade. 

“Essa é uma demanda muito importante para o setor, por isso temos acompanhado de perto e chegamos a realizar alguns estudos para administrar o sistema, o que não se mostrou possível, pelas nossas análises. Mas, de forma temporária, para que tenhamos o estacionamento nos meses mais necessários para o comércio, que seriam novembro e dezembro, poderíamos analisar a possibilidade”, completou Luciano. 

Dessa forma, a prefeitura vai agilizar o processo de contratação de uma empresa para a elaboração dos documentos por carta/convite, enquanto a CDL vai tentar encontrar um modelo temporário de convênio com o município, que, quando finalizado, será apresentado e avaliado pelo setor jurídico do município.

DS