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Jovem de 22 anos é encontrada morta em apartamento do namorado, em Imbituba « voltar


Data: 09/05/2018
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A Polícia Civil de Imbituba investiga as causas e circunstâncias da morte de uma jovem de 22 anos, ocorrida na manhã desta terça-feira (08), em um apartamento do edifício Imbé, no centro de Imbituba, próximo à escola Henrique Lage. 

 

Isadora Viana Costa, que é natural de Santa Maria (RS) estava no apartamento do namorado e foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros após sofrer uma parada cardiorrespiratória. 

 

De acordo com informações dos bombeiros, Isadora foi encontrada já sem os sentidos vitais e ainda foram realizados todos os processos de reanimação cardiopulmonar até a sua chegada ao hospital São Camilo, onde foi decretado oficialmente o óbito pelo médico de plantão.

 

A família já levou o corpo da jovem para o Rio Grande do Sul, onde foi cremada em Santa Rosa, cidade localizada a quase 300 quilômetros de Santa Maria.

 

O delegado da Comarca de Imbituba, Dr. Raphael Rampinelli, afirmou que mesmo não havendo indícios aparentes de homicídio, é dever da Polícia Civil investigar estes tipos de mortes e apurar possíveis responsabilidades. 

 

Segundo o Delegado, os bombeiros que atenderam a jovem e alguns parentes e vizinhos já foram ouvidos, mas até o fim da semana deverá ouvir o namorado da vítima, que atua profissionalmente no ramo de cartórios e encontra-se em estado de choque e irá depor na condição de principal testemunha. 

 

Ainda de acordo com Rampinelli, a vítima tomava remédios controlados foram encontrados medicamentos pelo apartamento e por isso ele não descarta que a morte possa ter sido causada pela combinação destes com algum tipo de substância ou até mesmo por um possível uso excessivo de entorpecentes. 

 

“Estamos ouvindo as testemunhas a agora aguardamos também os resultados do laudo cadavérico e do exame toxicológico, ambos realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) de Tubarão e que deverão esclarecer muita coisa. Não é muito comum uma jovem de 22 anos sofrer este tipo de parada cardíaca fulminante, mas é importante ressaltar que não houve nem um tipo de violência aparente e o namorado será ouvido apenas na condição de testemunha”, frisa Rampinelli.

 

Vizinhos afirmaram que a madrugada anterior havia sido conturbada no apartamento, com bastante movimentação de pessoas e falas. O laudo cadavérico costuma  levar no máximo 30 dias para ser emitido, já o toxicológico demora de 60 a 90 dias

Fonte: Portal A Hora